sábado, 29 de maio de 2010




O mais grave do transito hoje é a "peça" que fica entre o volante e o banco, e sentado sobre duas rodas. As autoridades precisam agir rápido, pois o caos continuará por muito tempo fazendo muitas vítimas. É comum ver pessoas dirigindo pela manhã e cometendo graves infrações no trânsito, aliás é durante 24 hs.



Victor

Meio ético ?

Sim, muitas pessoas dizem ser meio éticas, mas isso é realmente possível? Seria ética uma pessoa que de dia para fora da faixa de pedestres, não avança semáforos vermelhos e a noite para chegar logo em sua casa ultrapassa limites de velocidade?

Esta questão é muito discutida põem não é tirada nenhuma conclusão pois há muitas opiniões como “ a pessoa é ética quando ela quer” ou “a pessoa é 100% ética ou ela não é!”.

“A pessoa é ética quando ela quer.” é como se a pessoa só se importasse em seguir “regras” quando o assunto as interessa, quando não elas não têm um comportamento adequado aquela situação.

“A pessoa é 100% ética ou ela não é!” é como se só se existissem pessoas completamente certas que não “quebrassem” nenhuma regra ou aquela que pelo mínimo erro que ela tenha cometido já a tornasse uma não ética.


E você o que pensa sobre isso ?

Victor

terça-feira, 25 de maio de 2010

Hoje uma nova estação do metrô de SP vai abrir. Você sabe qual?

O trecho a ser aberto tinha previsão de operar em março, mas os testes dos trens atrasaram a inauguração. A administração é do consórcio Via Quatro --é a primeira linha concedida à iniciativa privada. A concessionária estima investir mais de R$ 5 bilhões em equipamentos nos 30 anos de contrato.

As escadas rolantes serão 'inteligentes', com velocidade que varia de acordo com o número de passageiros.

Os trens não têm condutor, tecnologia chamada de "driverless" --até então inédita no metrô de São Paulo. Assim, por meio do para-brisa do trem, os passageiros poderão ver trilhos e túneis.

As composições, de fabricação coreana, podem chegar a 80 km/h. Elas são dotadas de câmeras de vigilância, o que permite atuar com rapidez em casos de emergência. Outra novidade é que não há separação entre os vagões. O espaço para os passageiros é contínuo.

Há portas de vidro nas plataformas. Elas se abrirão apenas quando o trem parar na estação. O mecanismo impedirá que os usuários tenham acesso aos trilhos.

Você sabe qual estação é essa? Qual linha ela faz parte? O que acha de toda essa tecnologia no metrô? Essa linha será útil para você? O que, na sua opinião, o metrô representa para o trânsito e a comodidade de SP?

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Um pouco de história - O surgimento e a evolução do ônibus

As primeiras carruagens públicas, surgiram em Paris e começaram a circular em 1662, entre Luxembourg e a Porte de Saint Antoine, tornando-se conhecidas do povo como carroces à cinc sous. Elas tinham lugar para oito passageiros e o cocheiro e seu ajudante vestiam casacas azuis, cujos enfeites variavam nas suas cores de acordo com o itinerário da linha. Tratavam de simples carroças, pesadas, sem molejo, trafegando em ruas pessimamente calçadas e com preços inacessíveis para a época. Por alguns motivos a idéia não foi avante e o transporte coletivo por este meio caiu no esquecimento, tendo sido abandonado antes mesmo de terminar o ano de 1678.

E em 1825 um concessionário de uma casa de banhos localizada a cerca de dois quilômetros de Nantes, notando a escassez de fregueses, devido à distância, lembrou-se de oferecer condução aos moradores e usuários de seu estabelecimento. Colocou em tráfego um carro comprido, com dois bancos paralelos, puxado a cavalo, cujo percurso ia do centro da cidade de Nantes até a casa de banhos. Essa invenção fez tanto sucesso que em pouco tempo a maior parte dos passageiros a utilizava apenas para se locomover de um lugar a outro, sem intenção de usar a casa de banhos. Isso levou o concessionário a fecha-la e manter apenas o carro, mediante cobrança de passagens. Diz-se que por essa época existia em Nantes um negociante de chapéus chamado Omnes, muito procurado na cidade. Naquele tempo as casas não possuíam números e o comércio usava, para o conhecimento de seus fregueses, tabuletas mais ou menos engenhosas. Assim, o Sr. Omnes, para atrair a freguesia, mandou escrever estas palavras na frente de seu estabelecimento: “OMNES – OMNIBUS”, ou seja OMNES PARA TODOS. Como as viaturas do concessionário saíam da frente desse estabelecimento, o povo associou a palavra omnibus a elas e o nome pegou.

Sabe-se que em 1833, na Inglaterra, inventou-se um veículo a vapor, com o qual se locomoveu de Londres a Birmingham. Era um veículo de grande tamanho, com carroceria alta e aberta, com boléia semelhante à das diligências da época, onde cabiam o motorista e alguns passageiros. Na parte interna da carroceria viajavam os demais passageiros.

Mas o primeiro ônibus a motor a combustível do mundo que se tem notícia foi criado em 1895, por Carl Benz. Por muitos anos a indústria automobilística utilizou-se dos chassis de caminhões para basear sua arquitetura voltada ao transporte coletivo. Nesse período, o principal transporte coletivo utilizado era o trem. No Brasil, utilizou-se do bonde com tração animal até meados de 1900.

Para quem não conheceu, as primeiras Jardineiras chegaram ao Brasil em 1919, com lugar para oito pessoas. Eram ônibus montados sobre caminhões onde a única parte original externa mantida no veículo era a frente, com o capô do motor, faróis e pára-choque. A parte traseira era uma enorme caixa de madeira com vidros e bancos A partir de 1926 foram importadas as jardineiras chamadas de "Yellow Coach". Mas o primeiro ônibus brasileiro só foi fabricado em 1941 pelos irmãos Grassi, com capacidade para 45 pessoas.

Nos anos 50 a Mercedes Benz fabrica os primeiros chassis nacionais. A Caio - Cia., Americana Industrial de Ônibus, produziu as primeiras carrocerias para a esses chassis. O caminhão F-600, lançado pela Ford no Brasil em 1957, também foi muito utilizado para a transformação em ônibus, já que era o primeiro caminhão brasileiro movido à gasolina. Na mesma década surgiram os "bicudinhos" que circularam por cerca de 20 anos.

O mercado exigente pedia melhora e a transformação foi se evidenciando a partir dos anos 70. Os chassis foram construídos pensando no transporte de passageiros, assim como a suspensão, que agora dava conforto aos usuários, sem os solavancos tradicionais dos caminhões.

A abertura de mercado e a globalização permitiram a troca de experiências e a indústria nacional ganhou impulso.



Fonte: http://www.fretes-mudancas-transportes.com/historico-transporte-colotivo-por-onibus.htm