terça-feira, 27 de abril de 2010
Ética no trânsito
Fora a falta de respeito tanto dos motoristas quanto dos pedestres. Não respeitam a “mão” de cada um nem os faróis. E é por esses e vários outros motivos que ocorrem acidentes todos os dias, assim pessoas perdem entes queridos por imprudência dos motoristas que não tem responsabilidade e não respeitam o espaço alheio.
Cada um faz suas regras, o que acham certo, ou até mesmo conveniente, fazem sem pensar nas consequências.
Para ajudar, muitas ruas estão em péssimas condições, cheias de buracos o que dificulta muito uma viagem tranquila aos motoristas.
A irritação, o mal humor e o stress aumentam, por conta do trânsito, milhares de brigas e discussões acontecem por esse motivo, levando muitas vezes uma pessoas a morte por alguma besteira.
Cada uma pode sim fazer a sua parte, respeitar o espaço dos outro e as regras e leis impostas a favor do bem estar de todos e a favor da vida
Érika Pessoa Simões
quinta-feira, 15 de abril de 2010
O que é a tal da ÉTICA ?

A palavra Ética é originada do grego ethos, que significa modo de ser, caráter. Através do latim mos (ou no plural mores), que significa costumes, derivou-se a palavra moral. Em Filosofia, Ética significa o que é bom para o indivíduo e para a sociedade, e seu estudo contribui para estabelecer a natureza de deveres no relacionamento indivíduo - sociedade.
Define-se Moral como um conjunto de normas, princípios, preceitos, costumes, valores que norteiam o comportamento do indivíduo no seu grupo social. Moral e ética não devem ser confundidos: enquanto a moral é normativa, a ética é teórica e busca explicar e justificar os costumes de uma determinada sociedade, bem como fornecer subsídios para a solução de seus dilemas mais comuns. Porém, deve-se deixar claro que etimologicamente "ética" e "moral" são expressões sinônimas, sendo a primeira de origem grega, enquanto a segunda é sua tradução para o latim.
A ética também não deve ser confundida com a lei, embora com certa frequência a lei tenha como base princípios éticos. Ao contrário do que ocorre com a lei, nenhum indivíduo pode ser compelido, pelo Estado ou por outros indivíduos, a cumprir as normas éticas, nem sofrer qualquer sanção pela desobediência a estas; por outro lado, a lei pode ser omissa quanto a questões abrangidas no escopo da ética.
Modernamente, a maioria das profissões têm o seu próprio código de ética profissional, que é um conjunto de normas de cumprimento obrigatório, derivadas da ética, freqüentemente incorporados à lei pública. Nesses casos, os princípios éticos passam a ter força de lei; note-se que, mesmo nos casos em que esses códigos não estão incorporados à lei, seu estudo tem alta probabilidade de exercer influência, por exemplo, em julgamentos nos quais se discutam fatos relativos à conduta profissional. Ademais, o seu não cumprimento pode resultar em sanções executadas pela sociedade profissional, como censura pública e suspensão temporária ou definitiva do direito de exercer a profissão.
Tanto “ethos” (caráter) como “mos” (costume) indicam um tipo de comportamento propriamente humano que não é natural, o homem não nasce com ele como se fosse um instinto, mas que é “adquirido ou conquistado por hábito” (VÁZQUEZ). Portanto, ética e moral, pela própria etimologia, diz respeito a uma realidade humana que é construída histórica e socialmente a partir das relações coletivas dos seres humanos nas sociedades onde nascem e vivem.

